Os graduados nas áreas de Educação, Direito, Saúde e Setor Empresarial de Campina Grande têm à sua disposição 22 cursos de pós-graduação ofertados pela Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Furne), em parceria com o Grupo Educacional Uninter, na modalidade de Ensino a Distância. As inscrições para as especializações estão abertas e sendo realizadas no endereço eletrônico www.grupouninter.com.br.
As aulas têm início entre os dias 17 de julho e 7 de agosto de 2010, de acordo com o curso escolhido, no Pólo Educacional da Furne, localizado na Avenida Getúlio Vargas, 867, Centro, em Campina Grande. O sistema das aulas é o telepresencial, com base em encontros dialógicos, material didático de apoio (que inclui tanto o conteúdo disciplinar quanto as avaliações de aprendizagem) e tutoria.
Na área educacional estão sendo ofertados os cursos de Educação Especial e Educação Inclusiva, Psicopedagogia Clínica e Institucional, Gestão do Trabalho Pedagógico: Supervisão e Orientação Escolar, Núcleo Comum de Metodologia de Ensino, Núcleo Específico de Metodologia do Ensino de Artes, Núcleo Específico de Metodologia do Ensino de Biologia e Química, Núcleo Específico de Metodologia do Ensino na Educação Superior, Núcleo Específico de Metodologia do Ensino de História e Geografia, Núcleo Específico de Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa e Estrangeira, Núcleo Específico de Metodologia do Ensino de Matemática e Física e Formação de Docentes e de Orientadores Acadêmicos (Tutores) em EAD.
Já na área de Direito as especializações são em Direito Ambiental e Direito Processual Civil: A Práxis Jurídica Após Reforma. Na área de Saúde estão sendo ofertados os cursos de Gestão Hospitalar, Enfermagem do Trabalho e Saúde Pública com Ênfase em Saúde da Família. E na área empresarial estão sendo disponibilizados os cursos de Contabilidade Pública e Responsabilidade Fiscal, Engenharia de Produção, Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, Jornalismo Digital, Administração Pública e Gerência de Cidades e Secretariado Executivo.
Os cursos têm conteúdos integrados, que unem as diferentes disciplinas em torno de um eixo comum, formando uma unidade com as produções de conhecimento e o estudo individual orientado. Assim, têm caráter cíclico, permitindo o ingresso de novos alunos a cada unidade. As cargas horárias dos cursos se distribuem em três grupos de atividades, cada qual com um terço do total (atividades presenciais: aulas e tutoria do conhecimento; atividades supervisionadas: pesquisa para a produção do conhecimento e auto avaliação; estudos individuais).
Outras informações: (83) 3322-6136.

Promessas e Mentiras

Sob esse título, o texto que reproduzo adiante é do jornalista Nonato Bandeira, coordenador da pré-campanha do ex-prefeito Ricardo Coutinho (PSB) ao Governo do Estado, em réplica ao secretário Francisco Sarmento, de Recursos Hídricos do Estado, que ocupou este mesmo espaço no último sábado. Os dois trocaram farpas e estocadas semana passada, após o jornalista denunciar que obras como a do Centro de Convenções da Capital estariam paralisadas e o Governo do Estado, fazendo propaganda enganosa. Em carta à coluna, o secretário disse que justamente as obras do Centro de Convenções “servem como melhor exemplo para aquilatar a falácia perpetrada em desfavor da boa informação para todos”. Vejamos agora o que diz Bandeira sobre essa e outras afirmações de Sarmento.

Caro jornalista Rubens Nóbrega, o Governo do Estado teve várias oportunidades para provar que eu estava errado quando afirmei, munido de fotografias atuais e de publicidade do próprio Maranhão III, que a Paraíba foi inundada por um festival de promessas não cumpridas e de propaganda enganosa escancarada nas TVs, rádios, portais, jornais e revistas. O secretário Francisco Sarmento, em carta à sua coluna, desperdiçou mais uma oportunidade. Tal e qual Serginho Chulapa fez na Copa de 82, chutando pra fora na cara do gol, quando perdíamos – como perdemos – para a Itália.

O secretário Sarmento seguiu o mesmo script montado pelo Governo, que designou outros secretários, alguns vereadores, deputados e ex-deputados, colegas jornalistas e um de seus publicitários para, simplesmente, me atacar e desancar o pré-candidato a governador Ricardo Coutinho (PSB). Em vez de impropérios contra a gente, o Palácio teria um caminho mais fácil para nos desmentir e até desmoralizar. Era só mostrar que as obras prometidas, muitas delas veiculadas em propagandas como existentes ou prestes a serem inauguradas, são de fato reais ou, no mínimo, existem projetos prontos e dinheiro para executá-las.

A primeira prova de que tudo que afirmei estava correto foi o circo armado no terreno onde já deveria estar pronto o Centro de Convenções, prometido e veiculado na mídia oficial desde o início da atual gestão para ser inaugurado agora em junho. Você ou algum dos seus leitores já entrou no Centro de Convenções? Lembro que Ricardo Coutinho construiu a Estação Ciências em 11 meses. Sem prometer coisa alguma.

Outra falácia do governo é o tal Porto das Águas Profundas, em Cabedelo, projeto modernoso de R$ 3 bilhões. Não seria mais prudente reformar o atual porto de Cabedelo do que partir para mais esse delírio de quem perdeu a noção do ridículo?

Na seqüência dos projetos alucinógenos, sem dinheiro em caixa, mas com muita propaganda na mídia (de outubro até agora já foram gastos mais de R$ 50 milhões em publicidade), o Governo prometeu gastar mais R$ 3 bilhões para viabilizar o “metrô de superfície”, interligando toda a região metropolitana de João Pessoa. Como prova do projeto exibiu um modelo vindo de Londres. Não conseguiu sequer reformar o Terminal Rodoviário da Capital, o que custaria menos de R$ 500 mil. E foi prometido. Ora, se não cumprem o roteiro de uma viagem a Santa Rita como querem que a gente acredite em uma viagem à lua?

Considerando que só de empréstimos para o povo da Paraíba pagar o Governo já tomou R$ 1 bilhão, somando esses dois mega-projetos ainda faltariam R$ 5 bilhões, ou seja, o orçamento de toda a Prefeitura de João Pessoa durante os cinco anos da gestão de Ricardo Coutinho. Gestão onde foram construídas obras (reais, não fictícias) como a Estação Ciência, oito escolas, 50 praças, alças da Beira-Rio, ampliação da Pedro II e Retão de Manaíra, 5 mil casas populares, 18 milhões para o Empreender-JP, dois novos hospitais, 64 PSFs, novos Mercado Central, do Peixe, do Valentina e do Bessa, Feirinha de Tambaú, Integração dos ônibus, Centro do Comércio do Varadouro, 15 creches, mais de 500 ruas pavimentadas, além de quilômetros de iluminação e esgotamento sanitário.

Tudo que citei é real. Documentado e comprovado. Basta andar nas ruas de João Pessoa. Secretário de Comunicação de Ricardo, só divulguei aquilo que estava pronto para funcionar. Bem diferente, por exemplo, da pomposa “Via Jaguaribe”, com um superviaduto cortando a Epitácio, anunciado pelo Palácio em setembro de 2009, embora não tenha dinheiro e sequer enviou o projeto executivo para a Prefeitura. Arranjaram uma licitação às pressas depois que mostrei “as tais fotografias”, como diria Caetano Veloso ao citar a pequenina Paraíba em “Terra”.

O que dizer, então, da ‘conclusão’ da ponte do Boi Morto, em Aparecida, que envergonha pelo descaso o nosso bravo povo sertanejo? Não existe ponte nenhuma, o boi continua morto e a vaca desse governo vai pro brejo. E lá no Brejo paraibano a população aguarda ansiosamente as dezenas de escolas prometidas pelo atual Governo, em um investimento de mais R$ 1 bilhão (vá somando), conforme anunciou na página 19 da revista ‘Paraíba da Gente’, editada por esse mesmo governo em agosto de 2009. Até hoje, nenhuma entregue. Aliás, não construiu uma única sala de aula.

Se você pensa que o governo da fantasia parou por aí o festival de promessas vai se surpreender com a garantia dada pelo próprio governador de construir e reformar 36 hospitais. Na verdade, tomou dois, um de Catolé e outro de Pombal, coincidentemente cidades administradas por prefeitos que não apóiam seu projeto de reeleição. Mas isso é outra faceta deste Governo que não vamos abordar agora nem o espaço caberia, tantos os relatos de perseguição e mesquinhez política.

Já em matéria de moradia popular, o governo se superou. Primeiro, em outdoor gigante, prometeu 65 mil casas; depois, baixou para 50 mil. No começo do ano rebaixou para 25 mil casas até o final da gestão. Entregou até agora apenas 177 casas. Nenhuma na Capital, a maior cidade paraibana. Com essa e outras, poderia fazer uma lista enorme do festival alucinógeno de propagandas e promessas, mas, só para encerrar, lembro a duplicação da BR-230 de Campina Grande até Cajazeiras. Enquanto isso, uma simples estrada ligando Areia a Pilões, como outras dezenas, prometeu e ainda não iniciou.

Se o governo e seus secretários trocarem acusações pessoais e desesperadas pelo debate de idéias, desafio o valente secretário Sarmento ou qualquer integrante do staff maranhista. Se provarem que estou mentindo, deixo hoje mesmo a pré-campanha de Ricardo Coutinho e passo o resto dos meus dias em um mosteiro no Tibet. Do contrário, eu só peço que pelo bem da Paraíba façam promessas possíveis de cumprimento, elaborem os projetos das obras, consigam recursos para executá-las e, em respeito à lei e à cidadania, só divulguem uma obra depois dela pronta.

Dias 05 e 06 de junho, às 20h, no SESC Centro.

Entrada R$4 (inteira) e R$2 (Meia)

A programação do evento contará com o “II Pit Stop Ecológico”,apresentação de peça teatral, “I Forró Ecológico”, exposição de fotos e mesa redonda

No próximo sábado (5) é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e para celebrar esta data, o Colégio Alfredo Dantas promoverá a “II Semana do Meio Ambiente”, entre os dias 5 e 10 deste mês, com a participação de alunos da instituição em várias atividades ligadas ao Meio Ambiente e à consciência ambiental na cidade.

O evento tem como objetivo promover a reflexão e aprendizagem de práticas de conservação ambiental pelos alunos da escola, alertando ainda a comunidade de Campina Grande sobre os problemas ambientais e a necessidade de um desenvolvimento sustentável.

De acordo com a professora Alrileda Lopes, uma das coordenadoras do evento, a recuperação da biodiversidade e o bem-estar da humanidade dependem de ações práticas em busca da preservação e harmonia de todos os sistemas ecológicos.

“Instrumentalizar os alunos na compreensão da realidade e na busca de soluções para questões sócio-ambientais, fundamentais e urgentes da vida social é a principal meta da II Semana do Meio Ambiente”, afirmou. “Eles precisam aprender a conviver, compartilhando o mesmo espaço e pensar de forma coletiva em face do bem comum” concluiu Alrileda.

Dimensão do Evento:

O evento é coordenado pelas áreas de Ciências Sociais e Ciências Biológicas da escola. As atividades que compõem a programação do evento foram desenvolvidas com alunos do Ensino Fundamental I e II e do Ensino Médio. As apresentações serão realizadas para toda a comunidade escolar e algumas envolverão ainda, a sensibilização do público externo, através de ações de interação com a sociedade campinense.

Programação:

Confira a programação da “II Semana do Meio Ambiente” do CAD:

Sábado (05/06): Acontecerá o “II Pit Stop Ecológico”, a partir das 10h30, na faixa de pedestres localizada em frente à Escola. Serão distribuídos, entre as pessoas e os condutores de veículos que circulam o local, saquinhos de coleta de lixo para carros, mudas de diversas plantas, adesivos e panfletos com mensagens de alertas.

Segunda-feira (07/06): Varal Ecológico – Exposição de trabalhos dos alunos do 1º ano do Ensino Médio com a temática “Vamos construir um mundo melhor”. Reserva Ecológica Charles Darwin – Exposição de fotos da visita realizada, também pela turma do 1º ano, à Reserva Ecológica Charles Darwin, localizada em Igarassú/PE.

Terça-feira (08/06): A partir das 14h será realizada uma Mesa Redonda sobre questões ambientais e tecnológicas abordadas no filme “Avatar”. As discussões acontecerão entre os alunos do ensino Fundamental, do ensino médio e professores de Informática, Biologia e Religião.

Quarta-feira (09/06): A peça teatral “A missão de Alice” será apresentada, tanto pela manhã, às 7h50, quanto à tarde, às 14h40. A apresentação artística envolve alunos e professores das áreas de geografia, história e biologia.

Quinta-feira (10/06): O “Forró Ecológico” que será apresentado às 9h30 será a apresentação de encerramento da “II Semana do Meio Ambiente”. O show contará com músicas de cunho ambiental, incluindo clássicos como Luiz Gonzaga, e interpretação do aluno e sanfoneiro Fabiano Guimarães.

Fonte: LID Assessoria / CAD

Com a presença confirmada de padres, seminaristas, jornalistas, estudantes de comunicação social e agentes de pastoral oriundos de todo o território da Diocese de Campina Grande, começa a partir das 19h30 desta sexta-feira, dia 4, o 1º Mutirão diocesano de Comunicação. O evento tem o objetivo de esclarecer como a Igreja se utiliza da Comunicação Social para propagar a Boa Nova de Jesus Cristo.
Com o tema “Comunicação a Serviço da Evangelização”, o 1º Mutirão acontecerá no auditório da Escola Virgem de Lourdes (Lourdinas), no bairro do Alto Branco, em Campina Grande, até a manhã do próximo domingo, dia 6.
A noite desta sexta-feira será aberta com uma mesa de honra presidida pelo Bispo diocesano, Dom Jaime Vieira Rocha, e terá as participações da Irmã Élide Fogolari, Assessora do Setor Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e de Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, Bispo de Caicó (RN) e referencial da Pastoral da Comunicação (Pascom) no Regional Nordeste 2.
Após a abertura oficial será proferida a Palestra “Políticas de Comunicação na Igreja” pelo jornalista e Seminarista Rodrigo Rios, da Pascom da Arquidiocese de Maceió (AL) e autor de um dos quatro melhores artigos, sobre Comunicação e Igreja, premiados no Mutirão de Comunicação da América Latina e Caribe, realizado no último mês de fevereiro, em Porto Alegre (RS).
Para o articulador da Pascom na Diocese de Campina Grande, o jornalista Rodrigo Apolinário, a realização do Mutirão é uma semente a ser plantada. “Estamos todos empenhados para que este evento seja um grande estímulo aos padres, seminaristas, agentes pastorais e demais comunicadores que estão inscritos, ao ponto em que sejam multiplicadores da importância de comunicar a Boa Nova de Jesus Cristo de maneira articulada com o que propõe a Igreja”, destacou.
Programação
No sábado, dia 5, a programação começa a partir das 8h com as palestras ‘O que é Pastoral da Comunicação (Pascom)?’ e ‘A relação entre Pascom e Assessoria de Comunicação’. À tarde será promovido um seminário temático sobre ‘Mística da Comunicação’ e oficinas referentes a ‘Como produzir um jornal informativo’, ‘Como produzir um programa de rádio’, ‘Como falar em público’, ‘Comunicação na Liturgia’ e ‘Comunicação na Catequese’.
Já a noite do sábado será de cultura, com destaque para a apresentação da Quadrilha ‘Tradição da Serra’, uma das campeãs do Concurso de Quadrilhas do São João de Campina Grande, em 2009.
No domingo, dia 6, a programação do 1º Mutirão continua a partir das 9h com uma Missa presidida por Dom Jaime Vieira Rocha, seguida de uma plenária de avaliação do evento e articulação da coordenação ampliada da Pastoral da Comunicação na Diocese de Campina Grande.
Mais informações sobre o 1º Mutirão estão disponíveis através do endereço .

Fonte:Pastoral da Comunicação
Diocese de Campina Grande

Será lançada no próximo dia 16 de junho, às 08h, no Departamento de Comunicação Social da Universidade Estadual da Paraíba, em Campina Grande, a revista online InterATIVA, produzida pelos alunos do segundo ano de Jornalismo, do período diurno. A publicação é direcionada ao espaço local, tratando de diversos assuntos, a exemplo de política, esporte, cultura, moda, entre outros. Além disso, procura trazer em seu conteúdo notícias da própria UEPB.
 
Durante a execução da revista, que é resultado de uma proposta feita em sala de aula pela professora Robéria Nádia, os alunos se depararam com um projeto inovador, permitindo que saíssem do ambiente acadêmico para as ruas, em busca de pautas que tornassem interessantes suas matérias. Trabalhando em conjunto e com a divisão de tarefas, eles puderam colocar em prática tudo o que foi visto em sala de aula.
 
Segundo os alunos, o nome da revista caracteriza bem a proposta inicial do projeto, que é a interação, afinal, os estudantes interagem entre si e com o público, e esperam que os seus leitores possam fazer o mesmo dentro do variado leque de possibilidades que encontram no ambiente online. Assim, a InterATIVA surge como um verdadeiro e excelente espaço criado para dialogar. Mais informações sobre a produção do veículo podem ser obtidas por meio dos telefones (83) 9173-8773 e (83) 9918-7929.

FONTE: ASCOM

A música Xote do Novo Amor, de autoria do professor da UEPB, Antônio Guedes Rangel Junior, é um dos destaques do mais novo CD promocional do cantor paraibano Capilé. Intitulado “O Melhor Forró do Mundo”, o compacto traz 24 faixas. Rangel trabalha com música há mais de trinta anos, dividindo seu talento para a criação artística com as atividades que desenvolve na Instituição, onde ocupa também o cargo de pró-reitor de Planejamento.

Como disse, certa feita, o gênio Leonardo da Vinci (1452-1495), a simplicidade é o último grau de sofisticação. E foi justamente pela simplicidade que a letra de Xote do Novo Amor atraiu Capilé. “Escutei Junior cantar uma vez, durante um show do Projeto Autoral, no Bar e Restaurante Picanha 200, e achei linda demais, muito sonora”, explicou o cantor. Esta é a primeira parceria realizada entre os artistas, mas outras deverão surgir ainda este ano, segundo planeja Capilé. Ele lançará um CD e um DVD no próximo semestre em celebração a suas duas décadas de trajetória musical e quer incluir outra criação de Rangel Junior no CD.

Capilé destacou que aquilo que mais apreciou em Xote do Novo Amor foi a poética da letra e também seu teor romântico. Ele aposta na nova música para embalar os corações apaixonados durante as festividades do Maior São João do Mundo. “A música já está fazendo bastante sucesso, sendo alvo de muitas solicitações dos fãs para tocá-la quando das minhas apresentações”, disse. E, por falar em São João, a agenda do artista já está lotada nos meses de junho e julho.

Para Rangel Junior, que já teve músicas cantadas por Santana, Tom Oliveira e Sandra Belê, entre outros, configura-se como uma grande realização ver suas criações sendo interpretadas por artistas reconhecidos pela qualidade e profissionalismo. Afastado dos palcos, devido às inúmeras atividades que desempenha na UEPB, ele diz que a carreira de compositor lhe concede a oportunidade de estar presente nos espetáculos, mesmo na ausência. Rangel aprovou sobremodo Xote do Novo Amor na voz de Capilé. “Ele foi muito fiel a música, não deixando de dar aquele toque pessoal. É sempre especial ter seu trabalho admirado por alguém. Ainda mais quando se é escolhido por um intérprete de talento. É uma alegria”, relatou satisfeito.

Rangel acrescentou que a realização efetiva da obra de arte acontece quando o trabalho do artista é reconhecido. O ápice aconteceria no momento em que o público aprende, compreende e canta a letra. “Meu anseio é despertar a sensibilidade das pessoas e que as minhas ideias possam circular de modo a emocioná-las”, explicou. Ele explanou que suas composições buscam traduzir sentimentos universais. “Conto estórias minhas, de amigos meus, mas que também se confundem com aquilo que eu sinto, com as minhas impressões a respeito do mundo”, salientou.

No próximo dia 03 de junho, no período noturno, Rangel fará uma apresentação ao vivo na praça localizada embaixo do Viaduto Elpídio de Almeida, em Campina Grande. Na oportunidade, os integrantes do Projeto Autoral gravarão um CD.

Fonte: ASCOM

Comecei na política muito cedo, seguindo os passos do meu pai. Ele deixava o cargo de prefeito quando fui eleito vereador. Presidente da Câmara de Borborema por quatro anos, à época, nem a casa legislativa tinha verbas para gastar nem o vereador tinha dinheiro para ganhar. Eram os idos de 1964. Nesse mandato não posso contar vantagem de ter saído com a ficha limpíssima…

Dez anos depois fui eleito deputado estadual. Antes passei pela Procuradoria da Assembléia e do Porto de Cabedelo, desembarcando na Prefeitura da Capital como Secretário da gestão Dorgival Terceiro Neto. Afastei-me do cargo de secretário para assumir a Promotoria de Justiça de Belém,  após aprovação em concurso publico. Voltei à administração municipal e dali saí para a Casa de Epitácio Pessoa. Em todas essas atividades nada cometi que viesse a tornar pelo menos encardida a minha ficha.

Como deputado ocupei todas as funções atribuídas pelo Parlamento aos seus integrantes, à exceção da Presidência. Fui ordenador de despesa como Primeiro Secretário e no exercício dessas funções obtive aprovação de todas as minhas contas, juntamente com os demais membros da mesa. Exerci por quatro anos a liderança do governo e nem assim, na proximidade do poder e de suas tentações, me apontaram qualquer registro desabonador.

Estive deputado federal por um período e de Brasília, voei para Fortaleza, nomeado por Itamar Franco para a Diretoria de Credito Rural do Banco do Nordeste. Percorri  do Piauí ao norte de Minas e dei minha contribuição à aprovação de projetos que impulsionaram o desenvolvimento desse pedaço do Brasil. Ao sair do BNB deixei a Paraíba em terceiro lugar  em volume de aplicações do Fundo de Financiamento do Nordeste. Há poucos dias, o Tribunal de Contas da União considerou regulares as minhas ultimas contas como membro da diretoria do BNB.

De volta à Paraíba fui Secretário da Administração de João Pessoa e Presidente da Previdência Municipal a convite do prefeito Chico Franca e  depois, Secretário Executivo da Assembléia, com a confiança do Presidente Nominando Diniz.

Retomei ao aprendizado da advocacia forçado por um amigo enrolado com suas contas de prefeito perante o TCE. Quando começava a perceber honorários pela primeira vez na vida, a política me chamou novamente. Da campanha vitoriosa de Cássio Cunha Lima passei ao Governo, inicialmente como Secretário do Controle da Despesa Pública e depois como gestor da previdência. Até o presente, na vida pública, sou um reincidente ficha limpa.

Mas eu havia sujado a minha ficha  antes mesmo de começar toda essa peregrinação pelos mais variados cargos públicos. Meu crime ocorreu no longínquo ano de 1962 do século passado. Em um terceiro dia de carnaval furtei uma menina que se dispunha a casar comigo mesmo me sabendo sem emprego e sem estudos. Tinha apenas um futuro a ser construído. Fui um ficha suja por muitos poucos dias. O casamento isentou-me da pena.. Se assim não fosse, o meu único crime estaria prescritíssimo  pois está perto de completar cinqüenta anos.

Filosofia: amor à sabedoria. Crer na sabedoria é ter afeição ao conhecimento e através dele elevar-se. Nesse sentido, o curso de Filosofia da Universidade Estadual da Paraíba surpreende pela quantidade e excelência dos grupos de estudos voltados a diversas áreas da Filosofia. Exemplo disso é o Núcleo de Estudos Platônicos & Antiguidade (NEP&A), do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais da UEPB, coordenado pela professora Solange Norjosa.

O NEP&A estará promovendo, de 24 a 28 de maio deste ano, o primeiro curso do seu Projeto de Extensão “Ciclo de Seminários em Filosofia Antiga”, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PROEAC). Surgido inicialmente como projeto de pesquisa, hoje, o Núcleo combina estudos e extensão. A professora Solange explicou que o curso de Filosofia tem a linha de pesquisa “Filosofia Antiga” com sua linha de extensão. “Desta maneira, ligamos o Núcleo de Estudos Platônicos & Antiguidade a essas linhas com a expectativa de promover e difundir os estudos em Filosofia Antiga, com ênfase na Filosofia de Platão, no espaço acadêmico da UEPB, para fomentar nos alunos do curso de Filosofia o interesse pela elaboração de projetos de pesquisa e monografias nessa área de conhecimento”, enfatizou a coordenadora.

O Núcleo surgiu como resultado do “I Colóquio Internacional de Filosofia Antiga na Paraíba”, ocorrido em Campina Grande no período 31/07 a 04/08/2007, promovido pela UEPB e organizado pela professora Solange. “Sentíamos a necessidade de uma entidade que agregasse professores e alunos interessados em refletir problemas específicos concernentes à Filosofia Antiga”, disse. O Núcleo está cadastrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) desde setembro de 2007.

O Núcleo visa ainda a incentivar a redação de textos temáticos com o propósito de criar os Cadernos NEP&A para publicação e realização de Eventos em Filosofia Antiga. “Assim, o Núcleo funciona nestas duas perspectivas, tanto pesquisa como extensão”, resume Solange. Como extensão, o projeto Ciclo de Seminários em Filosofia Antiga possui um monitor bolsista.

Participantes do Núcleo, que oscilam entre 10 e 20 alunos por semestre – além dos orientandos de monografia, Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica (PIVIC) – fazem encontros de estudos semanais e reuniões quinzenais. O NEP&A também possui professores colaboradores da UEPB; Universidades Federais da Paraíba e de Campina Grande (UFPB e UFCG); Universidade de São Paulo (USP) e Secretaria de Educação do Estado.

No momento, Solange Norjosa afirma que irá pleitear um grupo de monitores para manter o acervo do Núcleo aberto à comunidade acadêmica, assim como já faz o Núcleo de Estudo e Pesquisa em Filosofia Medieval, também da UEPB.

Atividades: livros e pesquisa

Dentre estudos e participações em atividades extracurriculares, a coordenadora destacou a primeira e mais importante atividade do NEP&A, que foi a organização de um e-book, por seus membros, a partir das conferências e comunicações do I Colóquio Internacional de Filosofia Antiga na Paraíba, através da Editora da UEPB (EDUEPB). Além disso, comumente, seus colaboradores produzem artigos para revistas, têm capítulos publicados em livros e participam de congressos nacionais e internacionais. O e-book, de título homônimo, é de autoria da professora Solange, Antonio Gomes Silva (UFCG) e Maria Gorette Bezerra de Lucena (UEPB) e será lançado em breve.

Atualmente, o grupo trabalha na organização do livro “Sócrates e a Paidéia”, resultado do II Colóquio Internacional de Filosofia Antiga na Paraíba, ocorrido ano passado, em Campina Grande. A programação do evento contou com conferências, mesas redondas, mini-cursos e apresentação de comunicações. A professora revelou que este Colóquio ocorrerá a cada dois anos e será organizado e promovido pelo NEP&A, juntamente com os parceiros do Curso de Graduação em Filosofia da UFCG e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFPB.

Pelo nome do Núcleo, fica clara sua linha de estudos, especialmente a referência ao conhecido filósofo Platão. Mas a professora Solange detalhou a abrangência dos saberes. “Considerando o alcance da linha de pesquisa “Filosofia Antiga”, que seria a grosso modo, do século VI a.C. até IV d.C. estudamos os pensadores originais, de Tales a Demócrito, os Sofistas, Sócrates, Aristóteles e as Escolas Helenistas: Cinismo, Epicurismo, Estoicismo, Ceticismo e Neoplatonismo, entre outros”, completou.

Mais informações sobre o Núcleo podem ser conferidas por meio dos endereços http://twitter.com/nucleoplatonico e http://filosofiantiga2009.uepb.edu.br.

Fonte: ASCOM UEPB

Em 1999, Fredson Sousa fazia parte de um grupo de jovens que procuraram o bailarino e professor Flávio Sampaio, na cidade de Paracuru (CE), com o objetivo de ter aulas de forró. Hoje, onze anos depois, ele aporta em Campina Grande (PB) como especialista em balé clássico, habilitado pela Paracuru Companhia de Dança, para prestar apoio às atividades da Escola e do Grupo de Balé da Universidade Estadual da Paraíba, além das aulas na Casa Brasil.

O trabalho de seu mestre, Flávio Sampaio, é reconhecido nacional e internacionalmente, e em seu currículo constam referências a relevantes atividades como bailarino e professor do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, da escola do Balé Bolshoi, no Brasil, e de uma série de outras em centros importantes da dança pelo mundo, a exemplo de Paris e Varsóvia.

Segundo o coordenador de Arte e Cultura da UEPB, professor José Pereira, há cerca de três anos existe um intercâmbio permanente entre a Universidade Estadual da Paraíba e a Paracuru Companhia de Dança. “Fredson Sousa é fruto desse projeto, que acima de tudo pretende contribuir com o melhoramento técnico do balé da Instituição”, acrescentou.

Atualmente, Fredson Sousa ministra o curso “Alongamento e Flexibilidade”, com duração de dois meses, todas as terças e quintas-feiras, sediado no antigo Museu de Artes Assis Chateaubriand. “É uma atividade pensada para as pessoas se sentirem bem no seu dia a dia, independente das atividades que exerçam. Com alongamento e flexibilidade, os participantes se sentem mais felizes e dispostos ao executar tarefas rotineiras”, explicou o professor, que, entre outras coisas, já ministrou aulas na Companhia de Paracuru, cursos de dança para idosos e aulas em São Gonçalo, outra cidade cearense.

Balé do Ceará para a Paraíba

Muitos meninos e meninas de origem humilde que bateram à porta da escola no passado, hoje são dançarinos profissionais da Companhia de Dança de Paracuru e professores de novos alunos, que encontram naquele lugar uma ponte para novas oportunidades. A Companhia conta hoje com cerca de 180 alunos, a maioria rapazes, o que a coloca na posição de segunda do Brasil em balé masculino, sendo a primeira a do Balé Bolshoi, em Joinville (SC).

Outras companhias de dança brasileiras, sabendo que Paracuru se tornou uma verdadeira fonte de “matéria prima”, com rapazes qualificados como bailarinos e professores, já têm sondado a Companhia em busca de novos profissionais. “O Corpo de Balé de Natal e a companhia de dança de Deborah Colker, por exemplo, já visam à cidade como uma fonte para colher bons bailarinos”, disse Fredson.

No ano passado, a Paracuru Companhia de Dança veio à Campina Grande a convite da UEPB para uma série de apresentações e aulas, ministradas durante uma semana no SESC Centro. “Em conversa com a coordenadora do balé da UEPB e da Casa Brasil, Claudia Saboya, e com o professor José Pereira, surgiu a proposta de trazer alguém de Paracuru para cá. Daí, meu nome foi selecionado para dar um curso na Instituição, e vim à Paraíba representando o projeto do professor Flavio Sampaio”, explicou.

O projeto em questão, ao qual Fredson se refere, inclui uma proposta ainda mais complexa, que interfere na cultura e na auto-estima de seus participantes: “Flavio é uma pessoa incrível e se doa de corpo e alma ao que faz. Ele trouxe outra cara para o balé, sem preconceitos, mostrando que qualquer pessoa pode dançar e viver disso, seja homem ou mulher. Isso quebra tabus, apresenta outras alternativas e deixa a arte da dança manifestar toda a sua força”, relatou Claudia.

Em Campina Grande, Fredson Sousa vem formulando workshops, voltados aos professores, e aulas de dança para crianças da Casa Brasil e da Escola de balé da UEPB, “no intuito de que elas, um dia, consigam entrar numa companhia profissional e que possamos formar um grupo capaz de representar a cidade em qualquer lugar que for”.

Para ele, a UEPB confere a Casa Brasil um grande suporte: “A Instituição dá um apoio que a gente verifica em poucos lugares do mundo e, em contrapartida, a Casa faz um trabalho excelente, investindo no aprimoramento de crianças, adolescentes e professores, que encontram mais motivação e respeito para fazer o trabalho acontecer”.

Outras informações podem ser obtidas por meio dos telefones: (83) 3321-5951 e 3315-3446.

Fonte: ASCOM UEPB